António Jacinto da Silva Brito Pais
(Colos, 15/07/1884 – 22/02/1934)
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Militar e aviador. Nasceu em Colos, em 1884, e faleceu em Fevereiro de 1934, em consequência de um acidente de aviação. Em 1907 ingressou na Escola do Exército, onde cursou infantaria.
Serviu no Batalhão de Caçadores 5 e na Companhia de Niassa, de onde regressou em 1912 por motivos de doença. Combateu com a Infantaria 15 do CEP, sendo condecorado com a Cruz de Guerra, Torre e Espada e Legião de Honra Francesa.
No final da Grande Guerra foi colocado no comando da Esquadrilha de Bombardeamento e Observação do Grupo de Esquadrilhas de Aviação “Republica”. Em 1920, juntamente com Sarmento Beires, tentou fazer a ligação aérea à Madeira.
Em 1924, com Sarmento Beires e Manuel Gouveia, faz a primeira viagem aérea Portugal-Macau, no avião “Pátria”, que descolou de Vila Nova de Milfontes.
Custódio Brás Pacheco
(Vila Nova de Milfontes, 1828 – Lisboa, 1883)
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Político, jornalista e dirigente associativo. Nasceu em 1828, em Vila Nova de Milfontes, e faleceu em 1883, em Lisboa.
Foi operário da indústria tabaqueira em Lisboa. Em 1878, foi candidato pelo Partido Republicano às eleições. Em 1879 fundou e foi redactor principal do jornal A Voz do Operário, que mais tarde deu origem à Sociedade A Voz do Operário (actual Sociedade de Instrução e Beneficência “A Voz do Operário”).
Fundou ou colaborou com as seguintes associações:
Centro Promotor dos Melhoramentos das Classes Laboriosas;
Associação Fraternidade Operária;
Associação de Socorros Mútuos União Fraternal dos Operários da Fabricação dos Tabacos (da qual foi director durante alguns anos).
António Mantas
(1875 – Vila Nova de Milfontes, 1883)
Viveu entre 1875 e 1939. Foi deputado republicano. Fez de Vila Nova de Milfontes a sua terra adoptiva, e aqui morreu em 1939. Casou com Aurora Prado, filha de um proprietário e industrial de Odemira, tendo herdado a casa de Milfontes, onde viveu. Durante mais de uma década pugnou, principalmente nos jornais, pelos interesses de Milfontes, em particular pela melhoria da navegabilidade da barra e do rio, por onde os navios escoavam, na altura, grande parte dos produtos da região.


