![]()
Praia da Franquia e Praia do Farol

-
São as principais praias de Vila Nova de Milfontes. Situam-se em plena foz do Mira, na margem norte do rio. Estas praias são conhecidas pela fraca ondulação e acesso fácil, cativando quer famílias com crianças quer os amantes dos desportos aquáticos.
A vigilância das praias é da responsabilidade dos concessionários.
Infra-estruturas de apoio (Praia da Franquia):
balneários públicos (sanitários e duche);
estacionamento;
aluguer de canoas;
posto de primeiros socorros: assistência prestada pelos nadadores-salvadores e no posto de atendimento da Cruz Vermelha.
Infra-estruturas de apoio (Praia do Farol):
Estacionamento;
Posto de primeiros socorros: assistência prestada pelos nadadores-salvadores e no posto de atendimento da Cruz Vermelha.
Praia do Malhão

-
É uma das praias favoritas de muitos turistas que passam férias em Vila Nova de Milfontes. Localiza-se a cerca de 5 km a norte desta vila e beneficia de um parque de campismo, nas proximidades. É uma praia vigiada e com óptimas condições para a prática de surf e bodyboard.
Infra-estruturas de apoio:
Estacionamento;
Posto de primeiros socorros: assistência prestada pelos nadadores-salvadores.
Ermida de São Sebastião

-
Antiga ermida de construção maneirista popular que está actualmente integrada no perímetro da Vila, remonta a meados do séc. XVI. Está edificada, provavelmente, sobre uma antiga construção castrense de carácter militar.
Forte de São Clemente

-
Erguido em posição dominante sobre a vila piscatória, na margem direita da foz do rio Mira, tinha a função de protecção do seu porto e o acesso a Odemira das incursões de piratas oriundos do Norte d’África.
Características
O forte, de planta poligonal, aproximadamente quadrangular, foi erguido no estilo maneirista, com o baluarte voltado para a foz do rio. Nas plantas mais antigas do forte, o ângulo deste baluarte figura arredondado, mas após a campanha de obras desenvolvida por volta de 1693, ficou em aresta viva. Apresentava duas plataformas desniveladas, com outras tantas baterias, atirando à barbeta.
Pelo lado de terra, a Norte e a Leste, abre-se um terrapleno lajeado guarnecido com canhoneiras, com cerca de 35 metros de lado. No troço Leste da muralha rasga-se o Portão de Armas, em arco de volta perfeita, encimado pela pedra de armas com escudo e coroa fechada, simplificada. Esta porta é defendida, além de um fosso, por um simples ressalto na muralha, formando um ângulo flanqueante, sem baluartes. Este fosso era transporto por uma ponte levadiça. A entrada, pelo lado interno, abre-se para um corredor, onde se encontram o Corpo da Guarda e o chamado rastilho, uma grade que interrompia o acesso dos invasores ao interior.
Os dois pavimentos comportavam, o superior, a Casa de Comando (coberta primitivamente por um terraço para mosqueteiros, mais tarde substituído por um telhado) e, o inferior, quartéis de tropa e armazéns. As demais dependências, inclusive a Capela, situavam-se na praça baixa, junto ao terrapleno.
O forte era cercado, a Norte e a Leste, por um fosso inundado, limitado no exterior por uma contra-escarpa, percorrida por uma estrada coberta, acessível a partir do fosso por uma hoje desaparecida escada de pedra. O muro que hoje rodeia o fosso do castelo e que forma os miradouros da barbacã é o que resta dessa primitiva defesa exterior.
Pelo exterior, destaca-se o friso das janelas em arco que arremata o muro da praça baixa e particulariza a silhueta do forte vista pelo Sul ou pelo Oeste. Recentemente, foi construída uma réplica de um cubelo na praça alta, pelo lado Norte, ocultando um depósito de água, construído contemporaneamente para sanar deficiências no abastecimento. No interior da praça, também contemporaneamente, a área habitável foi sendo ampliada pela escavação do terrapleno e ligação deste ao fosso por uma pequena porta, bem como pela ampliação das edificações na praça alta.
Igreja Matriz

-
A Igreja de Nossa Senhora da Graça de Vila Nova de Milfontes data do início do séc. XVI. Pertenceu à Ordem de Santiago da Espada cuja cruz está gravada na porta principal.
A igreja primitiva dataria possivelmente de finais do séc. XV época a que remonta a pia de água benta que ainda hoje permanece no seu interior. Objecto de muitas destruições e reconstruções ao longo do tempo, quer por ter sido abalada pelos sismos que ocorreram no país em 1531, quer, mais tarde, por ter sido destruída por piratas mouriscos, foi sendo alterada ao longo dos séculos. A torre sineira data já do final do séc. XIX.
Actualmente a igreja mantém pouco da sua traça inicial sendo de destacar a fachada e o arco do Altar-mor pouco atingidos pela modernização da última intervenção que sofreu em 1959. A procissão fluvial que se realiza a 15 de Agosto tem saída da Matriz onde estão guardados os santos que acompanham a procissão: S. Sebastião e Nª Sr.ª da Graça.
Igreja Nova

-
Vila Nova de Milfontes tem uma Igreja Nova desde o dia 26 de Agosto do ano 2000. Inaugurada no Ano Jubilar do nascimento de Cristo. O vitral interior representa precisamente o nascimento de Jesus Cristo. No frontispício destaca-se o logótipo do Ano Jubilar com a inscrição latina “Jubilaeum A.D. 2000”.
A Igreja foi dedicada a Nª Senhora de Fátima porque na Diocese de Beja, onde se situa V.N. de Milfontes, não havia nenhuma Igreja Paroquial a Ela dedicada.


